segunda-feira, 19 de junho de 2023
5ª OFICINA DO ANO DE 2023
quinta-feira, 1 de junho de 2023
3ª OFICINA DO ANO DE 2023
3ª OFICINA DO ANO
20 de Maio de 2023
A aula estava marcada para 9h mas se iniciou um pouco mais tarde e eu que cheguei atrasada por ter ido parar em outro campus me deparei com este gesto de sororidade logo no primeiro ato, me senti muito acolhida!
Começamos com uma vivência bem meditativo onde sentávamos em circulo de costas uma pra outra e devíamos tocar em uma parte do corpo que representasse quem somos. Ficamos assim por um tempo e fomos orientadas a virar de frente para a roda e falar sobre o que sentimos, pensamos... uma vivência tão simples mas que trouxe tanta delicadeza, tantas questões latentes que necessitam de atenção.
Tivemos uma pausa para um super delicioso lanche.
Então recebemos um papel com um gráfico de uma forma humana. As anotações que seguem são somente um pouco que consegui anotar em meio aos debates e explicações.
Seta rosa/cérebro - identidade de gênero: mulher cis, mulher trans, homem cis, homem trans, não binários (femininas, masculinos, neutres).
Seta vermelha escura/coração - orientação sexual: com quem a pessoa se relaciona (por quem se atrai).
Seta vermelha clara/genital - sexo biológico: Feminino, masculino, intersexo.
Seta amarela/a forma humana - expressão de gênero: coisas de mulher, coisas de homem, ...como a pessoa se veste, como aparenta ser.
Em meio a estes ensinamentos tivemos muitos e emocionantes relatos e desabafos, uma nítida expansão acerca da necessidade de ser mais acolhedoras e respeitosas com as/os/es/ jovens e suas diferentes características e com nos mesmas também pois ninguém escolheu a educação/opressão que recebeu em sua formação. Estamos de agora pra frente dando este passo rumo à uma atitude mais humana frente a diversidade humana.
Quando falamos em feminismos e militância é praticamente inevitável chegarmos aos desafios que existem neste caminho pois é fundamental que haja a inclusão sem que para isso venhamos a gerar retrocessos e exclusão.
Acolher com profundo respeito, valorização do lugar de fala e da vida de cada mulher com suas características é um desafio que com certeza vale a pena abraçar!
Relato da cursista: Juliana Castro
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Reunião das PLPs com a Rede Social de Samambaia em 2019
- Direitos Humanos e Gênero: Promotoras Legais Populares” (PLPs/DF) é uma experiência extensionista emancipatória iniciada em 2005 na Faculdade de Direito da UnB e que tem por base a prática da educação jurídica popular feminista. Atualmente em sua 15ª edição, o projeto mantém uma turma em Ceilândia/DF, com encontros semanais aos sábados (das 9h00 às 12h30), e outra turma em Águas Lindas/GO, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás – IFG, com encontros mensais. Blog do projeto: http://plpunb.blogspot.com
- Assessoria Jurídica Universitária Popular “Roberto Lyra Filho”, formalizada em 2012 como projeto de extensão na Faculdade de Direito da UnB, o projeto é composto por estudantes de graduação e pós-graduação de diversos cursos da UnB e de outras faculdades do Distrito Federal, e atua na promoção de educação popular em direitos humanos e de assessoramento jurídico a comunidades e a movimentos sociais no DF. Página do facebook do projeto: https://www.facebook.com/ajuplyrafilho/
- “Vez e voz: educação popular na prevenção ao tráfico de pessoas”, é um projeto idealizado e desenvolvido a partir da reunião e esforços de estudantes e extensionistas da UnB, do Fórum das Promotoras Legais Populares - PLPs, do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal e da rede de educação cidadã do Distrito Federal para capacitar jovens e prevenir o tráfico de pessoas.
- “Defensoras e Defensores Populares do Distrito Federal”, projeto concebido em 2019 pela Defensoria Pública do Distrito Federal, por meio de sua Escola de Assistência Jurídica e Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, e desenvolvido em parceria com a Faculdade de Direito da Unb. Tendo como enfoque a capacitação de lideranças comunitárias e pessoas pertencentes a grupos vulneráveis, o projeto oferecerá, anualmente, curso abrangendo diferentes temáticas relacionadas ao direito e aos direitos humanos. A primeira turma de defensoras e defensores populares será capacitada no mês de outubro e há previsão de novas edições do curso.
- Maria da Penha: proteção e atenção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar em Ceilândia. Coordenado pela professora Ela Wiecko, o projeto é engajado na luta contra a violência doméstica e familiar praticada contra as mulheres. Desenvolvido no Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade de Direito, em Ceilândia, o projeto atende de forma gratuita mulheres em situação de violência doméstica e familiar, fornecendo atendimento com perspectiva de gênero nas áreas do direito e da psicologia. Os atendimentos são feitos aos sábados, no período da manhã, entre 9h00 e 12h00.

.jpeg)

.jpg)

