terça-feira, 24 de setembro de 2024

18ª OFICINA DE 2024

 

18ª OFICINA DE 2024

31 de Agosto


No dia 31 de agosto tivemos a oficina tema como proposta nos levar a refletir as mulheres no mercado de tralho, assim como as leis trabalhistas e todos os amparos e alguns retrocessos que tivemos nas mudanças de governo.
No primeiro momento, cada participante foi convidada e levar de casa para o encontro um objeto que descrevesse um pouco sobre sua rotina de trabalho. Fossem essas rotinas ligadas a trabalhos remunerados em empresas/instituições ou objeto daquelas que fazem o trabalho doméstico por quais quer que seja o motivo. Houve a participação de todas presente.

No segundo momento fomos convidadas a dar continuidade ao encontro com uma atividade em grupos divididos , onde cada grupo ficou com um tema, metas esses que foram: Licença maternidade e paternidade ,Lei de equiparação salarial e criação da CLT, Tipos de assédio no trabalho ,Principais mudanças nas leis trabalhistas em 2024. O objetivo dessa atividade era fazer que cada grupo apresentasse esses temas com curiosidades relevantes que talvez muitos ali presente não linha conhecimento, como por exemplo dar nome a todos os tipos de assedio para que assim as politicas podem punir esses de forma criminosa, visto o mais físico, psicológico e financeiro que passar por um assedio dentro do trabalho. Todos os demais temas foram seguiram a mesma lógica de apresentar curiosidade e um breve explicação do que se trata. 
Por fim, foi apresentado um vídeo intitulado “Domésticas” onde retratou o cotidiano de algumas mulheres que faz o serviço doméstico, como suas vidas as conduziram a tal profissão. Em um outro momento foi dado espaço de fala para que cada participantes comentasse sobre suas percepções sobre o documentário e como se sentiram. Além disse falamos um pouco como as leis que amparam essas trabalhadoras e como muitas politicas publicas ainda devem existir para que essa mão de obra não volte a ser considerado um trabalho análogo a escuridão.

Relatoria da cursista: Juliana Alves

17ª OFICINA DE 2024

 

17ª OFICINA DE 2024

24 de Agosto


A oficina teve início, com a apresentação da professora de Administração  Pública da UFRN e Mariana Mazzini. Nossa convidada, desempenha também a função  de coordenadora  geral da Secretaria Nacional de Políticas Públicas de Cuidado e Família do MDS. Dando continuidade, todas as participantes se apresentaram, citando uma atividade de cuidado que exerciam em seu cotidiano. Participamos também de uma dinâmica, onde cada uma de nós, em círculo, aplicava uma massagem na colega, simbolizando assim,  o tema da palestra que viria a seguir "Cuidado". Percebemos, que nem sempre, conhecemos as políticas públicas oferecidas e a forma de acessá-las. Fizemos um exercício de listar todas elas e discutir se estas,  atendiam as demandas da população de forma eficaz ou apenas parcialmente. A professora Mariana nos apresentou o Projeto de Lei em andamento que cria novas políticas públicas, e, que também procura aperfeiçoar as já existentes, de maneira que possam atender melhor os anseios de quem precisa. Nesse bate papo, entendemos que muitas vezes, administrações de cidades e municípios,  têm dificuldades em implementar determinadas políticas públicas, pelo nível de complexidade e não por descaso. A organização social é desigual, injusta e insustentável, devemos  buscar o conhecimento múltiplo, para compreender e saber buscar o apoio necessário quando precisarmos. Por fim, entendemos que "cuidado é um direito, e, essencial para a vida acontecer."
Relatoria da cursista: Teresinha

sexta-feira, 23 de agosto de 2024

16ª OFICINA DE 2024

 

16ª OFICINA DE 2024
 17 de Agosto


O encontro o dia 17 de agosto foi um grande aprendizado coletivo. Foi um assunto denso, porém importantíssimo que é o Orçamento público. A ONG INESC através da Elisa Rosas e Carmela Zigoni Assessoras Políticas, trouxeram as várias explicações práticas como diferenciação de orçamento doméstico e o público, impostos do PECADO sobre bebidas alcóolicas e fumo onde a taxação é enorme a fim de desestimular o consumo. Outro ponto também abordado foi o imposto sobre itens de consumo feminino, e são de taxação maior, ou seja, esses produtos são mais caros só por serem ROSAS mas a funcionalidade destes são iguais o do masculino. Foi abordado também: PPA plano plurianual LDO Lei DE DIRETRIZ ORCAMENTÁRIA LOA Lei ORÇAMENTÁRIA DA UNIÃO Num primeiro momento as reflexões foram de que o orçamento público não reflete uma tributação justa bem como a distribuição de renda também é muito injusta. Outro ponto crítico foi a explanação de que não existe hoje no Brasl uma justiça social orçamentária, pois quem ganha menos paga mais imposto que os ricos e milionários, e também os impostos recaem mais sobre o consumo do que bens e propriedade privadas e latifúndios. É preciso não só a divulgação ampla do que se é o orçamento, mas lutar por uma justiça fiscal orçamentária a fim de que quem tem maior poder de compra bem como bens pague mais que o indivíduo que ganha mal um salário mínimo para sobreviver. Atualmente existe essa injustiça pois os 1% mais ricos do Brasil pagam o mesmo tributo que o assalariado em itens básicos como arroz e feijão. Faz-se a urgência da conscientização dos legisladores com a reforma tributária em andamento a fim de que promova a equidade entre todos os cidadãos do Brasil. Além da transparência é preciso também que minimize a disparidade da concentração de renda.

Relatoria da cursista: Eleusa Raquel




sexta-feira, 16 de agosto de 2024

15ª OFICINA DE 2024

 

15ª OFICINA DE 2024
 12 de Agosto



A 15ª oficina iniciou com uma dinâmica que demonstrou muito bem como funciona a política, pois os participantes eram guiados pelas mãos de outra pessoa e assim é nossa vida enquanto cidadãos, elegemos nossos representantes e eles tomam as rédeas quando eleitos. São eles que criam as políticas públicas, que criam as leis, que executam o orçamento (dinheiro arrecadado através de impostos pagos por todos nós) e tem atribuições muito mais amplas.

Num segundo momento discutimos o que levamos em consideração ao eleger um político, se lembramos em quem votamos e se acompanhamos aqueles que votamos/elegemos. Fazer essa reflexão e ver outras pessoas discutindo esse assunto foi muito interessante, vemos que as pessoas consideram as mais variadas coisas, uns votam acreditando nos ideais políticos do candidato, outros analisam as possibilidade de eleição das pessoas e votam em quem consideram a melhor (menos pior) opção entre estes, muitos não levam o partido do candidato em consideração, outros observam a quem o candidato é ligado em outros cargos.

E finalizamos com a a dinâmica que nos ensinou as atribuições dos principais cargos eletivos do país, Presidente(a) da República, Senador/Senadora, Deputado/Deputada Federal, Governador/Governadora e Deputado/Deputada Estadual e pudemos ver que, como um todo, sabíamos algumas coisas, mas outras atribuições eram dúvidas gerais, o que me fez pensar se não devemos incluir o básico da política nas escolas, para que votemos com mais consciência e saibamos a quem cobrar.

Aproveitei o quadro montado na última oficina e trouxe uma colinha pra cá.

Postagem da cursista: Cissa