sexta-feira, 23 de agosto de 2024
16ª OFICINA DE 2024
16ª OFICINA DE 2024
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
15ª OFICINA DE 2024
15ª OFICINA DE 2024
12 de Agosto
A 15ª oficina iniciou com uma dinâmica que demonstrou muito
bem como funciona a política, pois os participantes eram guiados pelas mãos de
outra pessoa e assim é nossa vida enquanto cidadãos, elegemos nossos
representantes e eles tomam as rédeas quando eleitos. São eles que criam as
políticas públicas, que criam as leis, que executam o orçamento (dinheiro
arrecadado através de impostos pagos por todos nós) e tem atribuições muito
mais amplas.
Num segundo momento discutimos o que levamos em consideração
ao eleger um político, se lembramos em quem votamos e se acompanhamos aqueles
que votamos/elegemos. Fazer essa reflexão e ver outras pessoas discutindo esse
assunto foi muito interessante, vemos que as pessoas consideram as mais
variadas coisas, uns votam acreditando nos ideais políticos do candidato,
outros analisam as possibilidade de eleição das pessoas e votam em quem
consideram a melhor (menos pior) opção entre estes, muitos não levam o partido
do candidato em consideração, outros observam a quem o candidato é ligado em
outros cargos.
E finalizamos com a a dinâmica que nos ensinou as atribuições
dos principais cargos eletivos do país, Presidente(a) da República,
Senador/Senadora, Deputado/Deputada Federal, Governador/Governadora e
Deputado/Deputada Estadual e pudemos ver que, como um todo, sabíamos algumas
coisas, mas outras atribuições eram dúvidas gerais, o que me fez pensar se não
devemos incluir o básico da política nas escolas, para que votemos com mais
consciência e saibamos a quem cobrar.
Aproveitei o quadro montado na última oficina e trouxe uma
colinha pra cá.
Postagem da cursista: Cissa
quinta-feira, 8 de agosto de 2024
14ª OFICINA DE 2024
14ª OFICINA DE 2024
03 de Agosto
sexta-feira, 19 de julho de 2024
13ª OFICINA DE 2024
13ª OFICINA DE 2024
13 de Julho
A décima terceira oficina
iniciou com a professora Livia, ela ressaltou a importância dos temas que foram
trabalhados durante o primeiro semestre do ano, o direito das mulheres, das
crianças e da família.
No primeiro espaço Nathalya
Ananias, advogada e pesquisadora em alienação parental, se apresentou e quis
saber o nome das cursistas, sugerindo uma breve apresentação de todas, que ao
falarem seus nomes, também pudessem falar como nossa sociedade idealiza ser um
bom pai/esposo e boa mãe/esposa. Para uma melhor visualização, com cartazes e
pinceis deixou que as cursistas escrevessem suas opiniões, a cursista Sinara e
a facilitadora Talita se voluntariaram a escrever o que cada uma citou durante
as apresentações, então dividiram em quatro tópicos: bom pai/esposo, boa
mãe/esposa, mãe ruim e pai ruim. Um debate foi aberto, ao se questionarem se o
caminho em relação ao tópico que envolvia o que é ser um bom pai/esposo, estava
de acordo com a primeira pergunta feita pela Nathalya, ou se estavam falando
sobre como as cursistas queriam que fosse um bom pai/esposo. Ao se levantarem
das cadeiras para observar tudo que foi falado e que estava escrito nos
cartazes, perceberam o quanto que a sociedade cobra que as mulheres sejam uma
boa mãe/esposa, o cartaz estava cheio. Em contrapartida o cartaz do bom
pai/esposo, tinha poucos adjetivos, concluíram que boa parte das
características de ser um bom pai/esposo foram ditos a partir de uma leitura de
como gostariam que os pais e os esposos fossem, não como verdadeiramente são,
ou como a sociedade naturalizou.
No segundo espaço Rayanne
de Sales Lima, advogada e cientista política, apresentou alguns slides sobre
como os estereótipos de gênero influenciam a percepção e a divisão das
responsabilidades parentais, um vídeo sobre “Rede de Apoio e Parentalidade” e
apresentou algumas políticas públicas que promovem uma parentalidade mais
igualitária. Segundo Rayanne, a rede de apoio complementa o trabalho dos
cuidadores principais e alivia a carga deles. Houve um debate ao diferenciar
parentalidade e rede de apoio, chegando a conclusão que a presença paterna é
fundamental e as responsabilidades devem ser divididas com a mãe, logo, não
deve ser vista como “ajuda”.
Encerramos o primeiro semestre e entramos para o recesso, as pautas levantadas durante a oficina, concluíram o conteúdo referente ao primeiro semestre do curso.
Relatoria das cursistas: Gabriela Sampaio e Fia.


