quinta-feira, 23 de abril de 2026

2ª OFICINA DE 2026

 


A imagem é uma colagem artística com vários recortes, desenhos e palavras sobrepostos, formando um painel visual com temática feminista, identidade e interseccionalidade.

O fundo é composto por páginas de livros e mapas antigos, em tons bege e envelhecidos. Sobre esse fundo, há diversos elementos espalhados. No topo esquerdo, aparecem os símbolos de gênero (feminino e masculino) entrelaçados, além de pequenos corações e uma estrela.  Ao centro, a palavra “esperança” está destacada em um recorte verde. Abaixo dela, há uma definição escrita em português sobre confiar que algo bom acontecerá.

À direita, há um diagrama em formato de círculo com várias áreas coloridas representando “interseccionalidade”, com termos como raça/etnia, religião, classe social, sexualidade, identidade de gênero e condição física. Em destaque, há um texto em um papel recortado que diz: “Por que sonhos altos ainda não são ensinados pra nós, mulheres?”

No lado direito inferior, aparece a sigla “PLPs” com estrelas ao redor. Abaixo, uma lista escrita à mão diz: “O que já fomos impedidas de fazer:” seguida de itens como liderar, ocupar espaços, falar sem medo, existir com liberdade e sonhar sem limites. Há vários símbolos de luta e resistência, como punhos cerrados (um deles dentro do símbolo feminino), megafones, olhos, bocas e mãos. Também aparecem elementos decorativos como flores secas, tulipas, estrelas, um mapa antigo, e pequenos adesivos coloridos.

Na parte inferior, há a palavra “identificação” com uma definição de dicionário sobre identidade. No canto inferior direito, há um selo circular com a frase “Rede Nacional Promotoras Legais Populares” e uma ilustração de rosto estilizado. A composição mistura tons neutros (bege, preto e branco) com cores vivas (rosa, roxo, amarelo e vermelho), criando um visual expressivo, simbólico e político sobre a vivência das mulheres e suas lutas.

A imagem evoca um mosaico de vivências femininas, onde resiliência, resistência e interseccionalidade se entrelaçam. Entre fragmentos, surge um discurso de identidade, questionamento e potência um convite a romper limites e imaginar novas possibilidades a partir da esperança e da consciência coletiva.

Relatoria das cursistas: Lyvia Chrystina e Iasmim Baima.

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