quarta-feira, 17 de maio de 2017

[4° Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia. Tema do dia: É tempo de escuta e de fala]

Para ratificar que Juntas somos mais fortes! Os trabalhos no curso da Ceilândia continuam a todo vapor! É produção de conhecimento ao Direito das Mulheres e muita emoção a cada minuto desses sábados de manhã. Confere aí um pouquinho de como foi!


[06/05/2017]


O encontro do dia 06/05 começou com a "dinâmica do bis". A facilitadora Carol Mesquita entregou um bis para que cada mulher o segurasse com o braço estendido, sem poder flexioná-lo nem usar o outro braço livre. A proposta e objetivo eram que, mesmo estando com o braço imobilizado, todas conseguíssemos comer bis. A solução foi intuitiva e imediata para todas: se ajudar! Dessa forma, uma comendo o bis da mão da outra e vice-versa, todas conseguimos comer. Ao final, a reflexão que ficou foi que, por mais que muitas vezes nos sintamos incapazes sozinhas, juntas somos mais fortes, o que foi poeticamente resumido pela Laura como: "sozinhas somos pétalas, juntas somos rosa".
Em seguida, fizemos grupos de mais ou menos 7 mulheres para falarmos de momentos em que nos sentimos empoderadas e também sobre momentos em que não nos sentimos, dinâmica conduzida pela Maysa, Isabella e Laura. O tempo estabelecido inicialmente de 25 minutos não foi prorrogado, para que observássemos se no nosso grupo ficou alguma mulher sem falar (o que de fato aconteceu em alguns grupos)  e refletirmos sobre a necessidade de dar a cada mulher o seu tempo de fala, ponderando o nosso próprio tempo. Depois do lanche, fizemos a roda grande com todas e compartilhamos mais sobre o que havíamos discutido nos grupos. Um momento impactante foi quando a Dayane recitou o poema "Conselhos para a mulher forte", da Gioconda Belli, de 1948.
Depois, a Ingrid finalizou o encontro com a dinâmica da gratidão, na qual cada uma falava pelo que se sente grata na vida, o que ensejou as mais variadas respostas e um momento muito bonito e emocionante.

Fabi Linhares


Quarto Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares/DF, Ceilândia, 06 de maio de 2017.

Sentiu só a energia desse curso? Deu vontade de se juntar? Ainda dá tempo de integrar a turma de São Sebastião! A formação da Turma do Curso de Promotoras Legais Populares de São Sebastião já se iniciou, mas as inscrições ainda estão abertas! Dia 20 de maio, sábado, no Centro de Ensino Médio 01 de São Sebastião, das 9h às 12h!

Para mais informações, curtam a nossa fan page no Facebook e fique por dentro das novidades e das próximas relatorias. 


Leia também a relatoria do nosso 3° encontro

quarta-feira, 10 de maio de 2017

[3° Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia. Tema do dia: Educação Popular]


Nosso terceiro encontro realizado no Núcleo de Prática Jurídica da Universidade de Brasília-UNB, na cidade de Ceilândia/DF, turma formada exclusivamente por mulheres sem discriminação de cor, crença religiosa, condição social, escolaridade ou de qualquer outra ordem, colaboraram com este relatório Kátia Vasconcelos, Consuelo e Pastora Maria Trindade.

[29/04/2017]

Espaço aconchegante e acolhedor para o compartilhamento das experiências, respeitando a ordem citada acima, foram realizadas dinâmicas expressivas ao tema apresentado “SUA VIDA EDUCACIONAL FAMILIAR E ESCOLAR”, criando grupos em círculos para que cada participante se expressasse sobre a educação recebida em seus ambientes escolares e familiares.
Após as experiências serem compartilhadas livremente umas com as outras, formou-se um único círculo e foi aberta para as discussões.
No dia 29 de abril de 2017, foram discutidas questões levantadas pelas participantes do encontro: Educação Tradicional; Educação Popular; Intolerância Religiosa; Argumentação sobre Estado Laico; Reflexões sobre a evolução da educação no Brasil; questionamentos sobre instrumentos como forma de manifestação cultural; liberdade de escolha e respeito.
Nas dinâmicas apresentadas durante o encontro, construiu-se como instrumento de comparação da educação tradicional a uma “locomotiva Humana” com pouca interação entre as voluntárias, enquanto o uso da “Capoeira” na educação popular houve uma maior participação entre as todas as mulheres, se trata de um tema muito complexo porque o Brasil compõe de diversos grupos sociais e culturais e a educação é um direito de todos, sabemos que suas aplicações vêm sendo discutida há décadas por toda sociedade para a construção de um novo modelo de educação. Dentro desse assunto os tambores entraram em discussão, pois mesmo sendo a capoeira uma prática ensinada e aceita por muitos, ainda há preconceitos com relação ao uso de seus tambores. Houve questionamentos na roda de diálogo; sem os tambores, não faz sentido relatar as práticas da capoeira no contexto histórico. Trata-se de um instrumento histórico usado nas festas religiosas e nas rodas de capoeiras.
O nosso país se declara um estado laico onde o poder do estado é imparcial, não apoiando e nem se impondo às práticas religiosas. Percebemos que se trata de uma questão cultural e ao mesmo tempo de intolerância religiosa, pensando na questão educacional, o que falta é uma educação de qualidade, faltam investimentos na formação dos educadores, não se aplica os conhecimentos nas questões culturais do nosso país em salas de aulas, o gesto apresentado nos relatos mostra que o respeito e a liberdade de escolha entre ambas as partes precisam ser esclarecidas em suas instituições, o respeito pelo direito de escolha e ajudar uns aos outros como lida com sua escolha, só assim haverá uma verdadeira liberdade de expressão em nossa nação.
Uma das participantes sugeriu que cada uma fizesse seu caderno de afetação como registro de memórias dos temas discutidos e abordados finalizando nosso encontro com a aprovação de todas.

construção da máquina humana.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

[2º Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia]

No nosso segundo encontro, continuamos com os trabalhos.

As mulheres tiveram a missão de listar o que gostariam e o que não gostariam de estar presente ao longo do curso e aqui segue a relatoria maravilhosa contando tudo o que aconteceu!

[22/04/2017]


No dia 22/04 começamos com uma dinâmica "dos contrários" a fim de nos aquecer, nos organizar e esperar que mais pessoas chegassem. A dinâmica foi dirigida pela Carol Freire e consistia em respondermos aos comandos dela, só que ao contrário: quando ela nos mandava pular, agachávamos e vice-versa; quando nos mandava gritar, cochichávamos e vice-versa; assim, os comandos aumentavam cada vez mais a velocidade e terminamos gargalhando e nos divertindo com as confusões feitas quando começamos a aumentar a velocidade do jogo.

Ao fim da dinâmica, nos apresentamos de maneira breve, pois havia mulheres que estavam indo pela primeira vez naquele dia. Após a breve apresentação, nos separamos em 6 grupos, cada um com uma facilitadora, pois com um número reduzido de mulheres a comunicação se torna mais fácil.
Nesses grupos menores organizamos em "o que queremos" e "o que não queremos" durante e dentro do curso. Além disso, precisávamos encontrar pontos em comum que nos identificássemos como um grupo homogêneo.
Findada essa etapa, voltamos ao grande círculo, daí cada grupo expôs suas listas das coisas que queriam e não queriam e, conforme iam falando, a facilitadora Karol transcrevia para um papel maior - que ao final pregamos na parede para que pudesse ser consultado por qualquer cursista a qualquer momento ao longo do curso.
Depois, em uma cartolina branca, formando uma árvore, cada uma escreveu seu nome onde se sentia melhor em relação à árvore, fosse como raiz, alimentando o projeto; como tronco, conduzindo o alimento das raízes às folhas; ou ainda como folhas, absorvendo energia, respirando e expirando essa energia para além da própria árvore. Enquanto as mulheres nos dirigíamos para escrever nossos nomes, cantávamos "Companheira me ajude que eu não posso andar só, eu sozinha ando bem, mas com você ando melhor". Foi um momento bastante especial e emocionante para todas as mulheres e ali firmamos um pacto ético com o grupo de preservamos o grupo como um ambiente seguro e acolhedor.
Por fim, a facilitadora Ludmila conduziu uma dinâmica de encerramento que consistia em cochichar no ouvido da pessoa que estivesse a sua esquerda - dentro de um grande círculo - uma mensagem boa, um elogio, algo motivacional, etc.

Carol Rath



Se quiser participar do Curso Promotoras Legais Populares 2017, ainda dá tempo! Dia 13 de maio estreia nossa turma de São Sebastião, que vai acontecer no Centro de Ensino Médio 01 das 9h às 12h. As inscrições poderão ser feitas no dia e local.
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quarta-feira, 26 de abril de 2017

XIII Curso de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Hoje é dia de estreia!


A nova turma das Promotoras Legais Populares da Ceilândia, com bastante emoção e produção de conhecimento, iniciou os trabalhos no dia 08 de abril de 2017.


Para lançar o recado de que mulher bonita é mulher que luta o post de tudo o que aconteceu nesse primeiro encontro!


[08/04/2017]


Quando cheguei ao NPJ em Ceilândia havia um enorme círculo composto das mais diversas mulheres. Estavam de maneira ordenada se apresentando ao grupo e dizendo como cada uma havia conhecido o projeto de extensão das Promotoras Legais Populares. Muitos relatos emocionantes e emocionados, foi um diálogo aberto e seguro entre mulheres, repleto de empatia e compaixão. Após cada uma se apresentar rapidamente e introduzir um pouco da sua história de vida, fizemos um lanche com alimentos que foram levados por um grupo de mulheres que se organizaram para tal. A ideia posterior é que, após consolidada a turma de cursistas, seja feito um rodízio entre grupos de mulheres responsáveis por providenciar o lanche coletivo a cada encontro.
O lanche teve uma duração breve mas suficiente para que as mulheres pudéssemos conversar de maneira mais direta umas com as outras e nos conhecer um pouco mais.
Após o lanche, retornamos ao círculo e nos foram entregues fichas para que preenchêssemos com nossos dados, informações sobre nós mesmas, como por exemplo o local onde residimos ou através de quais meios de comunicação nos informamos e, além disso, foi pedido na mesma ficha que mencionássemos temas que gostaríamos que fossem abordados ao longo do curso (temas geradores). Após esse preenchimento, foi conduzida uma dinâmica de encerramento pela facilitadora Ludmila. Nessa dinâmica estávamos todas de pé e de mãos dadas ainda em formato circular e cada mulher disse com apenas uma palavra algo que desejava para a semana de todas nós. Após a dinâmica a reunião foi encerrada e as facilitadoras se reuniram para dialogar sobre perspectivas e próximos encontros.
As facilitadoras, apresentaram o curso para as cursistas, esclarecendo como funciona, quando, que metodologia usamos. Respondemos dúvidas, sendo que uma das questões debatidas mais relevantes foi o que significa ser uma PLP. Também distribuímos o livro O direito das mulheres que funciona como apoio na condução do curso. Por fim, penso que é importante registrar que a representante do MPDFT esteve presente, na condição de parceira do projeto, e também várias representantes do Fórum das PLPs.  


Texto de Carol Rath e Bistra Apostolova



Primeiro Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares/DF, Ceilândia, 08 de abril de 2017. 




E se deu aquele gostinho de participar dessa roda, anota aí na agenda que ainda dá tempo de integrar a turma de São Sebastião! As inscrições da Turma do Curso de Promotoras Legais Populares de São Sebastião serão feitas no dia 13 de maio de 2017, no Centro de Ensino Médio 01 de São Sebastião, das 9h às 12h.


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terça-feira, 12 de abril de 2016

Carta de apoio à Presidenta Dilma, pela Democracia e contra o Golpe

No dia 07 de abril de 2016, no evento Mulheres pela Democracia, ocorrido no Palácio do Planalto em Brasília/DF, o Fórum de Promotoras Legai Populares do Distrito Federal e Entorno entregou para a Presidenta Dilma Roussef, pelas mãos da representante Leila Rebouças, uma carta em defesa da democracia e contra o golpe.



Carta de apoio à Presidenta Dilma,  pela  Democracia e contra o Golpe

As promotoras legais populares representam hoje no Brasil, milhares de mulheres  donas de casa, trabalhadoras formais e informais, trabalhadoras domésticas, estudantes e lideranças comunitárias que atuam em defesa  dos direitos humanos das mulheres, e em especial em defesa da Lei Maria da Penha.
É atuando   no cotidiano, de forma direta e em diversos espaços de controle e de mobilização social e feminista, que percebemos e enfrentamos  todas as formas de opressão e violências  que estão submetidas as meninas e mulheres. Desta forma, a Lei Maria da Penha, representa para nós  um dos mais importantes mecanismos de combate a violência contra as mulheres.
Considerando o momento político de manobras facistas contra a democracia e as instituições democráticas de direito;
Considerando  os retrocessos e acirramento dos  conservadorismos impetrados por instituições políticas  não democráticas, que promovem e na viabilidade do golpe,  promoverão os movimentos contrários aos avanços necessários para as conquistas e garantias dos direitos  das  mulheres;
Considerando  as manifestações de ódio e machismo  expressas por alguns seguimentos da mídia, e que tão somente traduzem o machismo que ainda impera na cultura e na sociedade brasileira, nos sentimos igualmente violadas.
Por tudo isso, nós  Promotoras Legais Populares, expressamos  nossa solidariedade a  presidenta Dilma e às instituições democráticas desse país , e manifestamos o nosso desejo de continuar na  luta por uma DEMOCRACIA SEM NENHUM DIREITO A MENOS PARA AS MULHERES, e contra o Golpe!


Fórum de Promotoras Legais Populares do DF e Entorno

domingo, 3 de abril de 2016

XII Curso de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal e entorno

O XII Curso de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal e entorno inicia no sábado, dia 09/04/2016, das 9h às 12h30, no Núcleo de Prática Jurídica da UnB (em frente à estação de metrô Ceilândia Centro). Para se inscrever basta ser mulher e comparecer no horário e local indicado do início do curso. O curso é gratuito.



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

V Semana Gênero e Direito 2015



Os coletivos Promotoras Legais PopularesPET-DirMaria da Penha: atenção e proteção, da Faculdade de Direito da UnB, e a Rede Feminista de Saúde - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, realizam a V Semana Gênero e Direito, que ocorre de 19 a 23 de outubro. Nesta edição, a Semana se organiza em torno de quatro mesas temáticas centrais: “Disputas e movimentos: interseccionalidades em pauta”, “Política penal e direito das mulheres”, “Trabalho doméstico: desafios pós PEC 66” e “Saúde e gênero".
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MESA 1 - Disputas e movimentos: interseccionalidades em pauta – Dia 19/10, às 19h
Natália Maria Alves Machado, Brasília-DF. Antropóloga da Flor Labore - Agência de Pesquisa e Ação Social. Pesquisadora e Articuladora Político-Social em Direitos Humanos, Feminismos Negros, Populares e Decoloniais. Ativista pela visibilidade das Pessoas com Deficiência, Saúde, Anti-Capacitismo e por Acessibilidades.
Elaine de Meireles Ferreira, Historiadora, membra do Coletivo V.I.V.A Feminista e da Marcha das Mulheres Negras.
Helga Martins de Paula - ANDES - Sindicato Nacional
Laura Augusta Nunes Alves – advogada, feminista, militante dos direitos das mulheres e dos direitos LGBT.
Valéria Payê – Estudante de Ciências Sociais/UnB e integrante da UMIAB (União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira).
Michele Calaça – Agrônoma, mestra em Serviço Social, militante feminista e do campesinato.
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MESA 2 – Gênero e Saúde – Dia 20/10, às 10h.

Kauara Rodrigues, Mestra em Sociologia;
Lam Matos - Vice-coordenador Nacional do IBRAT-DF e Centro Oeste;
Lidiane Ferreira - graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás e especialização em Políticas Públicas pela mesma instituição além de graduação em Direito pela Universidade Católica de Goiás. Mestre em Saúde da Mulher e da Criança no Instituto Fernandes Figueira da Fiocruz/RJ. Pesquisadora de extensão do CNPQ do Projeto Análises de Políticas  de Saúde no Brasil (2003-2017) nº 405071/2013-2 - Universidade Federal da Bahia.
Valesca Zanello - Professora do Instituto de Psicologia UnB; 
Dulce Ferraz - Fiocruz.
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MESA 3 - Política penal e direito das mulheres – Dia 21/10, às 19h.
Ela Wiecko - Professora Faculdade de Direito/UnB
Lia Zanotta - Professora Antropologia/UnB
Luciana Ramos - Doutoranda em Direito/UnB e Coordenadora de Projetos da SEPPIR.
Soraia da Rosa Mendes - Professora Faculdade de Direito/UCB
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Mesa 4 - Trabalho doméstico: desafios pós PEC 66 – Dia 22/10, às 10h.
Creuza Maria Oliveira - Presidenta da FENATRAD (Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas)
Judith Karine Cavalcanti - Mestra em Direito pela UnB. Assistente da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE)
Marjorie Chaves - Doutoranda em Política Social pela UnB. Professora no curso de Especialização em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça (GPP-GeR/UnB).


PROGRAMAÇÃO OFICINAS


Terça – feira (Dia 20/10) – Das 19h às 21h
1) Oficina “Promotoras Legais Populares do Distrito Federal” – Grupo facilitador: Projeto de extensão PLPs/DF
2) Oficina “O Direito Achado na Rua e o Direito das Mulheres” – Grupo facilitador: Profas Talita Rampin e Helga Martins

Quinta – feira (Dia 22/10) – Das 19h Às 21h
1) Oficina “Memórias da resistência: a questão de gênero na ditadura militar brasileira” – Grupo facilitador: Rede Latino-americana de Justiça de Transição (RLAJT) - http://www.rlajt.com/.
2) Oficina “O Direito Humano à Moradia Adequada das Mulheres a partir da experiência do MTST no DF” – Grupo Facilitador: Projeto de extensão Assessoria Jurídica Universitária Roberto Lyra Filho
3) Oficina “Maria da Penha: atenção e proteção” – Grupo facilitador Projeto de extensão Maria da Penha: atenção e proteção

Dia 23/10 – Encerramento, Banda Nóis que tá


Evento facebook: https://www.facebook.com/events/1649063315359635/